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Notícias / artigo

Planejar é importante, mas tirar os objetivos do papel é fundamental


15-01-2018

Todo mundo já pulou as setes ondinhas na virada do ano ou pelo menos já fez algum tipo de simpatia, usou roupa de determinada cor, comeu lentilha ou tantas outras que existem. Já pensou que cada um desses desejos que fazemos, pulando onda ou qualquer outra simpatia pode de fato ser metas? Afinal, de nada adianta sonhar e fazer simpatias se não tentar transformar esses sonhos em realidade.

É uma questão de planejamento. Isso vale para os negócios, para traçar as metas da empresa, por exemplo, e para nossa vida, conseguir um emprego ou cargo melhor, fazer uma viagem.

Em 2017 aprendi definitivamente o quanto é importante traçar objetivos e, mais do que isso, entender que ações são importantes para se chegar aonde se deseja. No começou do ano passado tracei algumas metas, principalmente profissionais. Entendi o que eu queria e, ao longo do ano, analisava que movimentos eu precisaria fazer para alcançar o que foi estabelecido. Consegui alcançar a maioria delas.

Mas não é fácil fazer planos e executá-los. Quem sabe bem disso é o empreendedor Rodolfo Ribeiro. Tanto que ele criou um aplicativo para ajudar as pessoas a cumprirem metas, o 7Waves, sete ondas, em português.

Ele mesmo tinha dificuldade de cumprir metas que estipulava para si mesmo. Procurou ferramentas que ajudassem e também o auxílio de profissionais e assim chegou no método que usa no aplicativo.

O 7Waves ajuda o usuário a entender qual o objetivo e quais ações são necessárias para atingi-lo. “A divisão em ações ajuda muito as pessoas a terem conquistas intermediárias. Cumprir objetivos em etapas. Ninguém ganha o jogo de uma vez só”, explica.

Esse é um método indicado por especialistas para transformar o simples desejo: definir o objetivo, analisar o que é preciso fazer e então executar cada ação até atingir a meta.
Antes de lançar o app, ele fez algumas pesquisas, descobriu, por exemplo, que as pessoas costumam listar de 15 a 20 objetivos a serem conquistados por ano, mas menos de 10% conseguem cumprir as metas.

Antes de abrir a startup, claro, Rodolfo se planejou bastante. Primeiro, ele expôs a ideia para amigos e profissionais experientes do ecossistema de startup, para entender se valeria a pena continuar com o projeto.

Com os retornos positivos ou a ideia validada, como dizem os empreendedores de startup, Rodolfo pediu demissão e começou a estruturar a empresa. Para começar, ele chamou dois sócios: Bruno Oliveira, responsável pela parte de tecnologia, e Danilo Pereira, especialista em design e experiência do cliente. Os dois com características complementares às dele para facilitar o trabalho. Depois, montaram uma equipe que, hoje, tem oito pessoas.

Como planejado, o aplicativo foi lançado em dezembro para já aproveitar o entusiasmo das pessoas em planejar o novo ano. O app é gratuito e Rodolfo não pretende cobrar nada do usuário. A startup planeja faturar com publicidade, mas para isso ainda precisa atingir um número maior de usuários. Por enquanto, são cerca de 1 mil e a meta é atingir 10 mil em abril. O objetivo está traçado, agora é trabalhar para conquistar.

Está aí uma ferramenta para colocar as metas de 2018 em prática. Mas não se esqueça, não adianta nada listar suas metas no aplicativo e não se esforçar para tirá-las do papel.

 

Por Juliana Munaro

Fonte: http://g1.globo.com/economia/pme/pequenas-empresas-grandes-negocios/